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Advocacia e Consultoria

BRUNO NAIDE LOPES GOMES ADVOCACIA

Recursos para os Tribunais Superiores

Experiência comprovada na interposição de Recursos

Advocacia de Direito Imobiliário nos Tribunais Superiores

Recursos para os Tribunais Superiores em matéria de Direito Imobiliário

O sistema jurídico brasileiro permite que certas decisões judiciais sejam revistas pelos tribunais superiores, garantindo a correta aplicação das leis e da Constituição. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) são as instâncias máximas para análise de recursos especiais e extraordinários, respectivamente.

Recursos para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) em matéria de Direito Imobiliário

O STJ é responsável por unificar a interpretação da legislação federal no Brasil. Para isso, julgue recursos contra decisões dos Tribunais de Justiça Estaduais e Tribunais Regionais Federais. Os principais recursos cabíveis são:

1. Recurso Especial (REsp)

  • Utilizado para contestar decisões que contrariem ou interpretem erroneamente uma lei federal.

  • Somente é cabível que a decisão questionada já tenha sido comprovada pela última instância do tribunal estadual ou federal.

  • Não reexaminar provas, apenas a aplicação correta da lei.

2. Agravo em Recurso Especial (AREsp)

  • Usado quando um tribunal inferior negou o envio do Recurso Especial ao STJ.

  • O STJ pode decidir se aceita ou não o recurso para análise.

3. Embargos de Divergência

  • Aplicado quando há decisões conflitantes dentro do próprio STJ sobre um mesmo tema.

  • Busca uniformizar a interpretação da lei federal.

Dentre outras.

Recursos para o Supremo Tribunal Federal (STF) em matéria imobiliária que podem afetar o Direito Constitucional a Moradia e Propriedade

O STF é a mais alta instância do Judiciário brasileiro, responsável por julgar temas constitucionais.

 

Os principais recursos são:

1. Recurso Extraordinário (RE)

  • Utilizado quando uma decisão judicial viola a Constituição Federal.

  • Somente é admitido se o tema tiver repercussão geral, ou seja, se for relevante para a sociedade.

  • Não analisa fatos e provas, apenas questões constitucionais.

2. Agravo em Recurso Extraordinário (ARE)

  • Apresentado quando um tribunal inferior não permite o envio do Recurso Extraordinário ao STF.

  • O STF avalia se aceita ou não o recurso para julgamento.

3. Embargos de Declaração

  • Podem ser apresentados tanto no STJ quanto no STF.

  • Servem para pontos claros omissos, contraditórios ou obscuros em decisões anteriores.

Também possível ajuizar as seguintes ações:

4. Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)

  • Questiona a validade de leis que podem ser incompatíveis com a Constituição.

  • Só pode ser proposta por autoridades e entidades legitimadas, como o Presidente da República, governadores, partidos políticos e entidades de classe.

5. Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC)

  • Busca confirmar que determinada lei está de acordo com a Constituição.

  • Ajuda a garantir a segurança jurídica e a estabilidade na aplicação da norma.

6. Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)

  • Usada para contestar atos que violam os princípios fundamentais da Constituição.

  • Pode ser aplicado quando não há outro meio eficaz para resolver a questão constitucional.

Dentre outras demandas originárias da suprema corte.

A Importância de um Advogado Especializado em Direito Imobiliário

Recorrer aos tribunais superiores exige um conhecimento técnico aprofundado, pois esses recursos possuem critérios rigorosos de admissibilidade. Um advogado especializado pode identificar a melhor estratégia e garantir que o recurso esteja devidamente fundamentado.

Se você precisa levar um caso ao STJ ou STF , entre em contato para uma avaliação detalhada e defesa de seus direitos.

Experiência Profissional

Sempre consulte um advogado de sua confiança

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